sábado, 28 de março de 2026

CEBA no encontro nacional "+Ciências na Escola", em Brasília

Alunos do Baronyx - Foto: Arquivo CEBA
Entre os dias 24 e 26 de março, o Colégio Estadual Barão de Aiuruoca participou do 1º encontro nacional do "Mais Ciências na Escola“, realizado em Brasília. A equipe contou com oito estudantes do ensino fundamental: João Gabriel, Emanuele, Heloísa, Laura, Luan, Pedro Lucas, Davi e Pietra.

Os alunos foram acompanhados pelos professores Hely Natal e Fred Ribeiro, pela orientadora pedagógica Alessandra Dias e pela diretora adjunta Thaísa Barbosa. O evento reuniu representantes de diversas regiões do país com o objetivo de fortalecer a educação científica, promover a troca de experiências e ampliar a articulação entre escolas, institutos federais e redes de ensino.

Segundo a aluna Emanuele da Silva, “o evento foi muito importante, porque faz com que os alunos tenham mais oportunidades para o futuro e que eles se interessem mais pelo estudo, porque é algo que nunca aconteceu e que muitos jovens gostam e que eles vão querer fazer, que é uma viagem, que é sair da rotina. Acho que isso abre a nossa mente e deixa a gente com outra perspectiva sobre o mundo.“
No CEBA, os alunos têm aulas de robótica uma vez por semana, sob a orientação do professor Hely Natal.

O projeto faz parte do programa “Mais Ciências na Educação”, que visa promover o letramento digital e a educação científica através de laboratórios mão na massa, onde estudantes de escolas públicas podem experimentar ideias inovadoras.

Por Adrian de Oliveira Medeiros Viera (Turma 1008)

sexta-feira, 20 de março de 2026

Alunos do Integral do CEBA debatem sobre o Ensino Médio de Iniciação Científica

Os estudantes Matheus, Almir, Manuella e Wesley - Foto: Maria Eduarda
Os alunos da Turma 2011 do Ensino Médio Integral aproveitaram a aula de Língua Portuguesa para debater sobre a modalidade que estudam: a Iniciação Científica e Tecnológica. Eles se reuniram para um debate e falaram sobre a experiência deles – o que estudam, o que pretendem fazer no futuro, etc. O texto a seguir é a transcrição das falas durante o debate mediado pela aluna Maria Eduarda Martins.
 
MARIA EDUARDA – Como é fazer o ensino integral estudando nos turnos da manhã e da tarde?
ALMIR – É bem cansativo o integral. Só que, na minha opinião, vai ser algo que, pro futuro, vai ajudar bastante. Essas aulas que a gente tem, pro futuro, vão servir muito. O relacionamento dos alunos é bom e, por isso, compensa muito. 
MANUELLA – O ensino integral pode ser um pouco cansativo, né? A questão de acordar muito cedo e, às vezes, de voltar meio tarde pra casa. Mas o tempo que eu passo na escola é legal. Eu gosto e a união da turma é bem legal também. E a gente consegue fazer muitas coisas legais juntos.

MARIA EDUARDA – Como é isso de estudar Iniciação Científica e Tecnológica?
WESLEY – O estudo da Iniciação Científica e Tecnológica foca na área prática e na teórica, pois também tem experimentos. A gente criou um aplicativo que até mesmo levou para MNR (Mostra Nacional de Robótica) e, além disso, a gente aprendeu muito sobre programação, como funciona a montagem, a maquete. A gente aprendeu muitas coisas na base, o que é bem divertido.

MARIA EDUARDA – Essa modalidade desenvolve quais habilidade importantes? 
MATHEUS – Estimula várias áreas de nosso conhecimento, tanto sobre a criatividade, o pensamento crítico, o trabalho em equipe, também a proatividade e muitos outras. Por exemplo, o trabalho em equipe, funciona porque acaba que todo mundo se une para resolver um problema que surge num projeto, achar uma solução.

MARIA EDUARDA – Qual foi a experiência mais marcante que vocês tiveram nesse curso até hoje?
MATHEUS – Pra mim, foi a viagem para Maricá.
ALMIR – Pra mim também foi a viagem pra Maricá. Toda a viagem para lá foi legal, porque a gente sentiu como se o nosso trabalho, a nossa apresentação tivesse dado certo. Porque, às vezes, quando aparecia alguém lá para a gente explicar, parecia que a pessoa entendia o que a gente estava explicando, a pessoa entendia o nosso projeto e gostava dele. 
MARIA EDUARDA - Qual era o projeto mesmo?
ALMIR – O nosso projeto era sobre um estacionamento inteligente para gestão de vagas urbanas.

MARIA EDUARDA – Como é o relacionamento dos alunos com os professores? 
MANUELLA – O relacionamento dos alunos com os professores é ótimo. Como a gente é uma turma pequena, né? A gente consegue ter mais rendimentos nas aulas. E a gente consegue interagir mais. Eles propõem atividades diferentes com a gente. Eles ajudam a gente em várias questões, tipo, em projetos. E, em geral, a relação da turma com os professores é bem legal também.

MARIA EDUARDA – Quais os projetos que vocês mais gostaram de fazer? 
MANUELLA - Bom, o projeto que eu mais gostei foi o “miniforno solar”.
ALMIR – Já eu gostei do “sistema de gestão de vagas urbanas”. 
WESLEY – Eu também gostei do “sistema de gestão de vagas urbanas”, porque foi o que mais eu trabalhei e, também, o que mais eu gostei do projeto. 
MATHEUS – Como o Wesley disse, foi o que mais deu resultado. Recebemos menção honrosa e foi muito gratificante fazer o projeto. 

MARIA EDUARDA – E como vocês se veem após a conclusão desse curso?
ALMIR – Eu me vejo fazendo faculdade de TI (Tecnologia de Informação).
MATHEUS – Eu me vejo fazendo alguma faculdade também.
WESLEY – Já eu prefiro fazer curso de elétrica, também curso de computação e programação e, também, uma faculdade relacionada à robótica.
MANUELLA – Eu prefiro trabalhar primeiro para me manter estável e depois eu quero começar a fazer faculdade de moda ou alguma outra faculdade que seja na área de ciências.

Maria Eduarda - a mediadora do debate - Foto: CEBA

Por Almir Miguel, Manuella Araújo, Maria Eduarda Martins, Matheus dos Santos e Wesley Bruno (Turma 2011) 

quinta-feira, 19 de março de 2026

CEBA tem Torneio de Xadrez no turno da tarde; competição individual e por equipe

Foto: Maria Eduarda
Na terça-feira (19/3), o Colégio Estadual Barão de Aiuruoca promoveu o I Torneio de Xadrez. O evento reuniu 12 alunos do turno da tarde, que demonstraram habilidade e estratégia em cada jogada. Após uma série de partidas intensas, o aluno Eduardo, da turma 3009, destacou-se entre os competidores e garantiu o troféu de campeão na "modalidade individual".

A competição foi estruturada em duas etapas. Na primeira fase, todos os participantes se enfrentaram entre si, buscando as melhores posições para avançar na tabela. Os quatro melhores classificados — Almir (2011), Eduardo (3009), Victor Bruno (1008) e João Miguel (1008) — garantiram suas vagas na fase decisiva. No quadrangular final, Eduardo manteve o foco e a precisão técnica, vencendo os demais finalistas para se sagrar o grande vencedor do torneio.

Para o campeão, a experiência foi além da vitória no tabuleiro. Em seu relato, Eduardo destacou o impacto positivo da iniciativa: "Sou imensamente grato pelo convite para poder participar do campeonato de xadrez organizado pelo professor Diogo. Foi muito importante para gerar momentos únicos que são vivenciados apenas fora da sala de aula convencional, como a interação com alunos de outras turmas", afirmou o estudante, ressaltando o valor da integração escolar proporcionada pelo esporte.

O sucesso do evento reforça que o xadrez é uma ferramenta educativa poderosa, contribuindo para o desenvolvimento dos alunos muito além do entretenimento. Ao estimular o raciocínio lógico, a concentração e a tomada de decisões, o jogo auxilia na formação pessoal e no controle emocional. No ambiente escolar, lidar com vitórias e derrotas ensina respeito e disciplina, valores essenciais para a vida. Por esses motivos, a prática segue como uma atividade fundamental que deve ser continuamente incentivada nas instituições de ensino.

Na "modalidade por equipe", a turma 1008 se sagrou campeã ao ser composta pelos alunos Victor Bruno, João Miguel, Adrian e Diego.
O campeão Eduardo - Foto: Maria Eduarda
Seis partidas simultâneas - Foto: Maria Eduarda

Por Maria Eduarda Martins (turma 2011)

sexta-feira, 13 de março de 2026

Diálogo contra a violência: CEBA debate a Cultura de Paz

Pátio do CEBA - Foto: Jhon Lucas
No cenário educacional contemporâneo, as escolas têm deixado de ser apenas centros de ensino para se tornarem reflexos diretos das tensões sociais externas. Diante desse desafio, o CEBA coloca em pauta uma necessidade estrutural e pedagógica urgente: a promoção da Cultura de Paz.

A iniciativa define a paz não apenas como a ausência de conflitos, mas como um compromisso coletivo com a justiça social e a não-violência. Especialistas e educadores apontam que atos de bullying e violência escolar são, frequentemente, sintomas da carência de canais de diálogo e de dificuldades na intermediação construtiva de impasses.

A percepção dos alunos é peça-chave para entender o problema. Guilherme, aluno do 2º ano do turno da tarde, identifica padrões claros nas agressões cotidianas. "Eu vejo a maioria dos casos de bullying acontecendo com pessoas mais quietas e pela aparência", relata o estudante. A observação de Guilherme reforça a tese de que a intolerância ao "diferente" e ao comportamento retraído são os principais gatilhos para a exclusão no ambiente escolar.

Em discussão realizada entre os alunos do CEBA, chegou-se à conclusão de que, para reverter o cenário atual, a proposta de reformulação da convivência deve-se basear em três pilares fundamentais: mediação de conflitos, respeito à diversidade e protagonismo juvenil. 

Jhon Lucas da Silva (Turma 2009)

Alunos do segundo ano do Ensino Médio já podem focar no Enem

Alunos do 2º ano do turno da tarde - Foto: Guilherme S. Neves 
Cada vez mais estudantes começam a se preparar para a prova do Enem, antes de chegar ao último ano do colégio. Muitos alunos do segundo ano do ensino médio têm adotado rotinas e estratégias de estudar para melhorar o desempenho e enfrentar a prova. 

Segundo a aluna Sophia Ferreira, do 2º ano do EM do CEBA, “estudar e fazer o Enem no segundo ano do ensino médio ajuda a desenvolver habilidades de interpretação de texto, praticar a resolução de questões no formato da prova e tempo para revisar conteúdos. 

Em diversos colégios, os professores têm incentivado os alunos a criarem uma rotina de estudo equilibrada, revisando conteúdos vistos em sala, realizando exercícios de provas anteriores e acompanhando temas da realidade. 

Para muitos estudantes do segundo ano, começar a focar no Enem pode ser um passo importante para quem deseja chegar no último ano preparado em com maiores chances de alcançar uma boa pontuação.

Por Guilherme Santos Neves (Turma 2009)

Valorização da Mulher: qual o papel da escola?

Mulheres que se destacaram - Foto: Portal Lunetas 
É muito importante que as escolas debatam sobre a valorização das  mulheres desde cedo para a proteção e compreensão delas e, também, para a identificação da desrespeito a elas.

A escola é um dos primeiros lugares onde devemos desconstruir a ideia de que “isso não é coisa de menina”, e que a valorização das mulheres deve ser levada a sério.

Para os estudantes terem um convívio melhor na sociedade, devemos ensinar as meninas a identificar abusos e educar os meninos sobre a empatia e a igualdade de gênero, o que seria importante para um futuro melhor.

Por Vitória A. Mariano (Turma 1008)

quarta-feira, 11 de março de 2026

Precisamos manter o colégio sempre limpo

 Uma lixeira bem visível em umas salas de aula do CEBA - Foto: Arquivo
No dia 10 de março de 2026, funcionários do Colégio Estadual Barão de Aiuruoca manifestaram preocupação com a quantidade de lixo e sujeira deixada nas dependências da escola. Segundo os trabalhadores responsáveis pela limpeza, corredores e outros espaços do colégio têm sido frequentemente encontrados com papéis, restos de materiais escolares e outros resíduos espalhados pelo chão.

Entre os principais problemas apontados estão livros deixados nos corredores, folhas de caderno, pontas de lápis e até restos de alimentos jogados no chão. Os banheiros também foram citados como um dos locais mais afetados, com presença de papel higiênico e outros resíduos espalhados, dificultando a manutenção da higiene.

De acordo com os funcionários, o esforço diário para manter a escola limpa e organizada tem sido grande, mas o comportamento de parte dos alunos acaba comprometendo o trabalho realizado pela equipe de limpeza.

Entre as possíveis soluções para diminuir esse problema estão o aumento do número de lixeiras espalhadas pela escola e a realização de palestras educativas sobre a importância da preservação e da limpeza dos espaços coletivos.

Segundo o aluno Guilherme Santos, a manutenção da limpeza dentro da escola traz benefícios para todos. “A limpeza ajuda muito os trabalhadores e também contribui para prevenir alergias e outras doenças”, afirmou.

A expectativa é que, com mais conscientização e colaboração dos alunos, o ambiente escolar se torne mais limpo, saudável e agradável para toda a comunidade.

Por Sophia Ferreira de Jesus